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TUDO O QUE VOCÊ PODIA SER
Paula Santoro e Rafael Vernet revisitam Lô Borges e Milton Nascimento
Um encontro entre voz e piano dedicado à obra de dois dos maiores compositores da música brasileira. Em Tudo que você podia ser, a cantora Paula Santoro e o pianista Rafael Vernet revisitam o repertório de Lô Borges e Milton Nascimento, criadores do icônico álbum Clube da Esquina e de uma sonoridade que atravessa gerações desde 1972.
O espetáculo presta homenagem a esses artistas fundamentais, cuja produção marcou profundamente a história da música popular brasileira e influenciou músicos em todo o mundo. A proposta do duo é mergulhar nesse universo com liberdade interpretativa, escuta atenta e espaço para a improvisação.
Mineira, nascida e criada em Belo Horizonte, Paula Santoro tem nos compositores do Clube da Esquina sua maior referência estética e afetiva. Reconhecida como uma das grandes intérpretes de sua geração, já dividiu palco e estúdio com nomes como Chico Buarque, Milton Nascimento, Edu Lobo, Arthur Verocai, Nana Caymmi, Guinga, Toninho Horta, Lô Borges, Flávio Venturini, Angela RoRo, Joyce e Alcione, entre outros.
Ao seu lado, Rafael Vernet — um dos principais pianistas do país — constrói, há mais de 25 anos, uma parceria sólida com a cantora. Juntos, desenvolvem uma linguagem própria em que piano e voz respiram em sintonia, explorando nuances, dinâmicas e momentos de improviso. Vernet já tocou, arranjou e produziu diversos trabalhos de Paula e integrou a banda de artistas como Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Ed Motta e Joyce.
No repertório, clássicos como “Travessia”, “Tarde”, “Ponta de Areia”, “Um Girassol da Cor de Seu Cabelo”, “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”, “Paisagem da Janela” e “Trem Azul”, entre outras canções que seguem ecoando na memória afetiva do público.
Uma noite dedicada a revisitar um dos capítulos mais importantes da música brasileira, em formato intimista, com a força de duas trajetórias consolidadas.
